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Carlos Eduardo

Candidato a presidência da República derrotado nas urnas, Aécio Neves (PSDB)
Candidato a presidência da República derrotado nas urnas, Aécio Neves (PSDB)

Essa semana o candidato a presidência da República derrotado nas urnas, Aécio Neves (PSDB), gravou vídeo e publicou no Facebook no qual diz ter sido alvo de "infâmia e mentira” (puro mimimi) na campanha eleitoral. Na mesma semana, os responsáveis pela pesquisa do instituto Veritá, que deram o tucano mais de 14 pontos a frente da presidenta reeleita Dilma Rousseff (PT) - 57% ante 43% -, confessaram que os números, usados pela campanha de Aécio, são "comprovadamente falsos".

O dono do instituto, Adriano Silvoni, e o estatístico responsável pelas pesquisas, Leonardo de Assis, confirmaram a informação repercutida pela imprensa alternativa esses dias.

Aécio chamou Dilma de "leviana" durante muitos debates na tevê, quando ela o confrontou com números negativos à gestão dele em Minas Gerais, quando governador, e sobre denúncias de desvio do dinheiro público.

Mas, pelo visto, a campanha dele é quem foi leviana - e cínica, diria.     

A campanha do PSDB teria procurado o instituto para saber dos dados referentes a Minas Gerais, mas teriam sido avisados que naquele estado tiveram apenas 561 questionários, de um universo de 5.161 entrevistas, em algumas cidades brasileiras - o foco não teria sido Minas e o levantamento não poderia usar este quesito como parâmetro.

Mesmo assim a tucanada usou, amparados primeiro pela veiculação da pesquisa no jornal mineiro "Hoje em Dia" e depois por uma série de releases distribuídos com a pseudo vantagem de 14 pontos do tucano, frente a petista em Minas.  

"Eles não poderiam usar nesse contexto", "nós avisamos", "não representa Minas", "não é o real cenário do Estado", teria dito o dono do Veritá.

Ainda tem a capa criminosa da revista Veja, nas vésperas da votação, suspensa propagandeá-la pela Justiça eleitoral, mas mesmo assim reproduzida e distribuída nas ruas por cabos eleitorais do candidato tucano. Quem pagou essa impressão?

E a tal mensagem que rodou nas redes sociais, com a mentira sobre a morte por envenenamento do doleiro Alberto Yousseff, que teria feito a suspeita "confissão" veiculada na Veja?

E a outra mentirosa mensagem que dizia que a Justiça Eleitoral teria determinado, "para evitar confronto" de militantes do PT e do PSDB, que os eleitores de Aécio deveriam votar no dia 26 de outubro e os da presidenta Dilma, só no dia 02 de novembro (Finados)?

Quem foi leviano, cara pálida?!

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