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As suspeitas de contaminação pelo coronavírus que começaram a ser registradas no país já começam a mudar a rotina de algumas instituições religiosas - Foto: Romildo de Jesus / Tribuna da Bahia
As suspeitas de contaminação pelo coronavírus que começaram a ser registradas no país já começam a mudar a rotina de algumas instituições religiosas - Foto: Romildo de Jesus / Tribuna da Bahia

As suspeitas de contaminação pelo coronavírus que começaram a ser registradas no país já começam a mudar a rotina de algumas instituições religiosas. Nesta sexta-feira (28), a Arquidioceses de Salvador através do Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, recomendou para os representantes que atuam nas paróquias que realizem mudanças durantes missas e celebrações. O tradicional “abraço da paz” não deve ocorrer por conta do possível risco de contágio da doença.

 

De acordo com a determinação os Sacerdotes, Diáconos Permanentes e Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, devem fazer a orientação, com o objetivo de diminuir o contato entre os fiéis. A oração do Pai Nosso também não deve ser rezada de mãos dadas.

Outra orientação é que, no momento da Comunhão, as hóstias devem ser entregues nas mãos dos fiéis, e não diretamente na boca, como é o costume em muitas paróquias. As medidas têm em mente a segurança dos fiéis e devem valer por tempo indeterminado.

“É muito comum amigos se cumprimentarem com abraços, aperto de mão ou um beijo. Mas com essa situação do coronavírus, fica todo mundo em alerta por causa da possível contaminação. Estamos fazendo a nossa parte também nas igrejas, orientando a todos sobre os cuidados a serem tomados”, ressaltou Dom Murilo.

Assinado pelo Arcebispo de Salvador, o comunicado diz que “todos devem ficar atentos às orientações das autoridades e profissionais de saúde”. A lista ainda traz outras medidas gerais, como lavar as mãos com água e sabão, evitar tocar no nariz ou boca e evitar contato com pessoas que apresentem sinais da doença.

Frequentadora assídua da igreja da Piedade, no centro da cidade, Raquel da Silva, 65 anos, fala da situação. “Essa doença é realmente uma coisa muito grave. Em toda minha vida de religiosa, nunca vi uma determinação que proibisse o abraço. De qualquer forma, melhor cumprir as normas. Espero que Deus tome conta de nós”, disse.

Já o empresário Eduardo Moreira, 55 anos, lembrou das festas populares que aconteceram na semana passada em Salvador. “Não acredito que agora vamos ter restrições na hora de fazer nossas orações. Durante o carnaval, milhares de pessoas se acumulam em espaços mínimos e os governantes não tomaram providência nenhuma. Acho uma disparidade isso tudo”, desabafou.

Conforme o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (27), no país são 132 casos suspeitos da doença. Em Salvador, a Secretaria Municipal de Saúde informou que são cinco pacientes em investigação. E segundo o protocolo do governo federal, os casos só são oficialmente reconhecidos, como suspeitos, após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os serviços de saúde adotem protocolos de prevenção antes, durante e depois da chegada do paciente, com desinfecção e ventilação de ambientes. Para quem trabalha em pontos de entrada no país, como aeroportos e fronteiras são recomendados o uso de máscaras cirúrgicas.

Caso haja algum caso suspeito em aviões, navios e outros meios de transporte são recomendados usar máscara cirúrgica, avental, óculos de proteção e luvas. A inspeção de bagagens deve ser feita com máscara cirúrgica e luvas.

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