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Associação anunciou paralisação, mas comando da PM negou greve (Foto: Reprodução)
Associação anunciou paralisação, mas comando da PM negou greve (Foto: Reprodução)

Greves da PM na Bahia viraram sinônimo de terror. Na de 2001, casas comerciais saqueadas nos quatro cantos de Salvador a capital, a mesma história na de 2013. Em 2014, foi a pior. Só nas primeiras 24 horas, 35 mortos na capital, muitos deles, mendigos que dormiam na Piedade, centro. No fim, 170 mortos, 45 deles em Feira de Santana.

Alguém já viu bandido sair por aí matando morador de rua? Elementar: o bandido vai para roubar, com alvo definido. Ontem, só com o anúncio da greve, até vidros de bancos metralhados. Bandido faz isso? Também claro que não. No rastro disso, fica a inhaca de terrorismo com a suspeita de que o patrocínio vem justamente de quem deveria estar fazendo o inverso.

Fala Alden — É óbvio que tem cheiro de armação, patrocinada justamente por gente que tem o dever de fazer o inverso, a segurança.

O deputado Targino Machado (DEM), líder da oposição na Assembleia, disse que muito tentou fazer com que o Soldado Prisco (PSC), hoje deputado, líder das três greves anteriores e também dessa, não fosse por aí:

— Isso é um assunto que tem que ser discutido à exaustão sem vontade de exaurir. O governador também errou quando personalizou e botou rancor e ódio. Essa polarização não interessa ao governo e nem à sociedade. Só a Prisco.

Felizmente dessa vez não mataram mendigos.

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