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Custo da cesta, no mês passado, foi de R$ 311,92, contra os R$ 321,62 registrados em julho (Foto: Reprodução)
Custo da cesta, no mês passado, foi de R$ 311,92, contra os R$ 321,62 registrados em julho (Foto: Reprodução)

Em tempos de elevação de preços em quase todos os itens, uma boa notícia vem dos 12 alimentos que compõem a cesta básica. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), Salvador foi a terceira capital do país em que o valor total do conjunto de alimentos essenciais teve a redução mais expressiva (-3,02%), atrás apenas de Porto Alegre (-3,50%) e João Pessoa (-3,36%).

O custo, no mês passado, foi de R$ 311,92, contra os R$ 321,62 registrados no mês de julho. Em agosto, houve aumento nos preços médios do leite longa vida (3,42%), seguido pelo pão francês (0,87%) e pela manteiga (0,18%). Já as reduções de preço foram registradas na farinha de mandioca (-14,70%), na banana da prata (-11,95%), no feijão carioquinha (-9,45%), no tomate (-7,60%), no açúcar cristal (-2,94%), no café (-1,53%), na carne de primeira (-1,20%) e no óleo de soja (-0,87%). Apenas o preço do arroz branco manteve-se estável, sem variação no mês, conforme explicou o Dieese.

O levantamento mantém Salvador, ainda, com o título de capital com o preço da cesta básica mais barata entre as 20 capitais pesquisadas. Em segundo lugar aparece São Luís, no Maranhão, onde o valor da cesta foi de R$ 329,42 (uma baixa de -2,15% em relação a julho). Na terceira colocação vem João Pessoa, na Paraíba, onde os itens que compõem o conjunto de mantimentos têm o custo de R$ 335,49.

Na contramão, entre as mais caras, São Paulo ocupa o primeiro lugar, onde o preço da cesta básica custa R$ 432,81 (apesar da queda de -1,05% no mês passado), seguida por Florianópolis, em Santa Catarina, com o valor de R$ 431,30 – a capital catarinense foi uma das três que registrou alta (3,86%), ao lado de Manaus (1,41%) e Aracaju (0,01%). O terceiro posto é ocupado por Porto Alegre, onde o preço é de R$ 419,81.

De acordo com o Dieese, o trabalhador soteropolitano remunerado pelo salário mínimo comprometeu 71 horas e 56 minutos da jornada mensal para adquirir os gêneros essenciais em agosto. Em julho, a jornada havia sido maior (74 horas e 10 minutos). Além disso, quando se compara o custo da cesta básica em Salvador com o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, foi verificado o comprometimento de 35,54% do mesmo para a aquisição de uma cesta em agosto de 2018. Em julho, esse percentual foi maior, 36,64%.

Ainda conforme o órgão, em agosto de 2018, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.636,04, ou 3,81 vezes o salário mínimo nacional, atualmente de R$ 954. Esse valor é baseado na cesta básica mais cara do país (São Paulo) e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

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