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Entre as pautas colocadas na reunião entre as partes, esteve a redução do ICMS nos combustíveis e no gás de cozinha. (Foto: Divulgação)
Entre as pautas colocadas na reunião entre as partes, esteve a redução do ICMS nos combustíveis e no gás de cozinha. (Foto: Divulgação)

Os caminhoneiros decidiram nesta terça-feira (29) que vão continuar obstruindo as rodovias baianas e impedindo a passagem de caminhões após reunião com representantes do governo do estado. Um grupo de 11 caminhoneiros autônomos que estão à frente do movimento no estado levaram a pauta de reivindicações da categoria para o governo, na tentativa de avançar nas negociações para o fim da paralisação na Bahia. Como não houve avanços, saíram de lá decididos a manter os bloqueios.

 

"Vamos manter nossa paralisação. Não iremos desobstruir vias nem liberar caminhões até que o presidente e o governador façam uma intervenção a favor da redução do preço da gasolina, do gás de cozinha,do  etanol e do óleo diesel. Esse é um anseio da sociedade. Estamos clamando para que o povo abrace nosso movimento", pontuou o caminhoneiro Marcos Nogueira, um dos líderes do movimento, que esteve presente na reunião.

Foram tratados temas como a redução do ICMS nos combustíveis, não cobrança de pedágio nos eixos suspensos e redução do custo do exame toxicológico. Os onze motoristas autônomos foram recebidos na Secretaria de Relações Institucionais (Serin), onde foi garantida a suspensão da cobrança do pedágio sobre o terceiro eixo dos caminhões, quando vazios, e a continuidade do diálogo.

Sobre a redução do ICMS, segundo os caminhoneiros, a representante da Serin disse que não poderia tratar do tema sem falar antes com o governador. O governo do estado não respondeu aos questionamentos do CORREIO sobre o tema. Ficou acertada uma nova reunião entre as partes, porém sem data definida.

Outro grande motivo de frustração pelos manifestantes foi o fato de não terem sido recebidos pelo governador Rui Costa. A Secretaria de Comunicação do Estado da Bahia (Secom) informou que ele estava em um compromisso previamente agendado.

Segundo nota divulgada pela Secom, outros pontos foram apresentados aos representantes do governo estadual, mas as pautas eram de responsabilidade do governo federal.

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