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Bahia

Uma população inteira amedrontada por causa de um mosquito. Um morador de São Paulo foi internado em estado grave  no Hospital Couto Maia, em Salvador, na última quinta-feira (11), com febre amarela.  O homem de 49 anos chegou ao município de Itaberaba, na região da Chapada Diamantina, no dia 5 de janeiro, já com os sintomas da doença. Esse foi o primeiro caso de febre amarela registrado no estado.

Apesar de ser um caso importado, muitos soteropolitanos ficaram apreensivos e buscaram os postos de saúde na manhã de ontem para tomar a vacina que protege contra a doença. Mas segundo a Secretaria Municipal da Saúde, a procura ainda é moderada.

Morador de Vila Canária, Fábio Moreira, de 32 anos, esteve no Centro de Saúde Ramiro de Azevedo, no Campo da Pólvora, para se imunizar contra a doença. Na sala de espera da vacinação, o metalúrgico contou que resolveu ir ao posto após saber da notícia do paulista infectado pela televisão. “Eu vim tomar minha injeção e me proteger logo, porque eu também trabalho como uber, pego algumas pessoas na rua e fico com esse medo”, disse.

Assim como Fábio, muita gente acredita que pode ser contaminado com Febre Amarela ao entrar em contato com uma pessoa doente. A febre amarela não é transmitida dessa maneira, uma vez que não é contagiosa. Só o mosquito transmite a doença.

A morte de um macaco no bairro de Pau da Lima, na última terça-feira (9) também acendeu um alerta. Ainda não foi confirmado se o animal era portador dos vírus da raiva ou da febre amarela. Os macacos não transmitem Febre Amarela.

Esses animais são vítimas do vírus, transmitido por mosquitos contaminados, assim com os humanos. Os primatas, na verdade, são considerados sentinelas no ciclo da doença, pois quando são infectados eles adoecem e morrem, apontando que a febre amarela está circulando naquela região.

Vacinação

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, todos os postos de saúde da capital baiana estão oferecendo a dose única da vacina. Há 126 unidades à disposição da população. De 19 de fevereiro até 9 de março, a cidade passará  a oferecer a vacina de maneira fracionada, conforme campanha do Ministério da Saúde. A dose padrão (única) vale para a vida toda. Já para aqueles que vão receber a dose fracionada, será necessário um reforço no futuro, no mínimo oito anos após a aplicação da  primeira dose.

A vacina em dose única é administrada para o público entre 9 meses e 59 anos. O Ministério da Saúde afirma que a vacina é contra-indiciada para crianças menores de seis meses, idosos acima dos 60 anos, gestantes, mulheres que amamentam crianças de até seis meses, pacientes em tratamento de câncer e pessoas imunodeprimidas.

Para estes grupos, a orientação é que a pessoa busque ajuda médica. O profissional de saúde avaliará o benefício e o risco da vacinação. Ainda segundo a Secretaria Municipal da Saúde de Salvador , 1,3 milhões de pessoas precisam ser vacinadas na capital baiana. A vacinação acontece de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8h às 17h, em todos os postos da cidade.

 

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