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Morador há mais de 30 anos do bairro da Pituba, Glei Mário de Lemos, 51 anos, também era tido pelos vizinhos como uma pessoa "gentil e tranquila". O funcionário da Caixa que disparou contra colegas no início da tarde de ontem (22), na tentativa de atingir o chefe e coordenador da gerência de Fundos de Garantia (Gifug), residia com a mãe e o irmão no edifício desde a fundação do imóvel.

Glei Mário se matou após atirar em colegas que trabalhavam com ele no mesmo setor da Caixa Econômica Federal. O alvo era o chefe da área do Fundo de Garantia

Um dos funcionários do prédio onde Glei morava, que pediu para não ser identificado, contou ao CORREIO, que viu quando Glei Mário deixou o edifício, na manhã do atentado, a caminho do trabalho. “Ele passou por mim, me deu bom dia, entrou no carro e saiu, como fazia sempre. Era uma pessoa boa, nunca teve nenhum problema com vizinho nenhum. Era excelente. Ninguém esperava que isso fosse acontecer não, foi uma surpresa mesmo. Nunca estava de cara feia. Se ele tinha algum problema era no trabalho e não aqui”, afirmou.

Um vizinho, que também não quis se identificar, disse ainda que o funcionário da Caixa era “legal, tranquilo e brincava muito com os funcionários”. Outras pessoas ouvidas pela reportagem que presenciaram o momento do atentado afirmaram que as duas colegas de trabalho atingidas por Glei Mário, as assistentes Marinoelia Andrade Santos e Jucilene Silva, foram baleadas ao irem em direção a ele, na tentativa de acalmá-lo. “Elas foram na intenção de chegar próximo a ele e evitar o pior”.

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