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Foto: Blog do Anderson
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O presidente da Câmara de Vereadores de Anagé, Igor Macário (PCdoB), foi preso na manhã desta quinta-feira (15), pela Polícia Federal de Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. Igor, que tinha um mandado de prisão preventiva expedido pela PF, se apresentou à delegacia hoje.

Depois de prestar depoimento, ele foi encaminhado para o presídio Nilton Gonçalves, no município. Segundo o delegado da PF de Conquista, Victor Menezes, a prisão do parlamentar está relacionada à operação realizada nos municípios de Ibicoara e Barra da Estiva, que efetuou também a prisão de seis policiais militares, que já foram liberados.

"Os agentes federais que estavam realizando uma investigação nos municípios e foram abordados pelos seis policiais militares que foram presos. Durante a abordagem, estavam no local Igor Macário e um servidor municipal", explicou Menezes.

Ainda de acordo com o delegado, "houve excesso por parte dos militares na abordagem dos policiais federais, mesmo depois de eles terem apresentado duas identidades funcionais e nós entendemos isso como espécie de intimidação, numa tentativa de impedir de alguma forma a continuidade das investigações".

Além das prisões preventivas decretadas dos seis policiais militares e do presidente da Câmara, foram solicitados mandados para o servidor público que assistou à abordagem dos PMs e da filha da prefeita de Ibicoara, que é chefe de gabinete da prefeitura do município.

"A chefe de gabinete foi apontada como a mandante da abordagem, mas a Justiça entendeu que sua prisão preventiva não era necessária", disse o delegado da PF.

Soldados da PM presos
Os seis soldados da Polícia Militar, presos no dia 24 de novembro depois de uma determinação da Justiça Federal, foram soltos por volta das 21h desta quinta-feira (1ª) em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador.

"As investigações apontaram que os PMs estavam tentando intimidar os agentes federais e a população do local para não colaborar com a Polícia Federal", afirmou Menezes.

Ainda de acordo com o delegado, depois de conluídas as investigações, o inquérito será encaminhado para o Ministério Público e se houver uma denúncia por parte do MP, eles devem ser julgados.

"O objetivo da prisão preventiva dos policiais foi criar um clima de tranquilidade nas cidades e possibilitar a continuidade das investigações da Polícia Federal", concluiu o Victor Menezes sobre as investigações.

 

 

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