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Antonio Franco Nogueira

O autor sugere ler o texto com atenção (Foto: Nathalia Fernandes/Globo)
O autor sugere ler o texto com atenção (Foto: Nathalia Fernandes/Globo)

O Cientista escala finalmente a montanha da ignorância, está prestes a chegar ao pico mais alto, e quando vence o último obstáculo, ele é recebido por um punhado de teólogos, que já estão sentados, ali no topo, há séculos.

A frase imediatamente acima, pasme, foi dita não apenas por um mestre da astronomia, físico, cosmólogo e cientista diretor da Nasa – reconhecido mundialmente, mas um ATÉU. Pelo menos até esta conclusão, sim, Robert Jastrow era ATEU. Mas ele se rendeu à conclusão de outros dois cientistas, Robert Russell e Arnold Wencil, ao tomar conhecimento da descoberta desses dois, e da forma qual se constatou, sobre a existência sim, da ação de um Ser superior na criação do Universo. E mais, que ele, o universo, não é eterno, como a ciência acreditava, mas Quem o criou. Conclusão, inclusive, que já faz um tempão, anos, muitos anos, que ocorreu (pesquise), mas que a grande imprensa, desprezando a envergadura da questão, não martela tanto quanto faz com os casos de escândalo ou de violência comuns (eu disse comuns, não aceitáveis, por favor).

Mas, calma. Calma. Eu sei que pode ser você, mas tomara que não, um dos que preferem ler ou ver sobre as melecas cibernéticas, tal e qual o vídeo do cantor sul-coreano, Psy, que obrigou o Youtube a reforçar suas plataformas dado aos mais de 2,1 trilhões de acessos, mesmo sem entender bulhufas do idioma do moço, só para vê-lo se balançando desordenadamente na sua frente, enquanto não dá audiência nem da fração do número que deu à “façanha” do tampinha asiático lá, visto que o vídeo da conclusão a que chegou a ciência acerca do Criador, com menos de 190 mil clicadas até aqui. Mas calma; que não se trata de mais uma de minhas crônicas acerca do que eu acredito e por isto quero fazer que você também acredite, que Deus é quem lhe criou e criou a mim. Não. Não é isso. Trata-se de que você deve deixar a teimosia ao concluir a leitura se observar o que vai dizer uma coisa de que você, quem sabe, aprecia muito: meleca. Mas neste caso, tratará-se duma meleca muito especial. É só isso.

Aliás, já meteu o dedo no nariz? Não, na beirinha não, digo bem lá dentro... Já? Ah bom, pensei que ia mentir. Pois é: eu também.

E comer, já comeu? Ou pelo menos lambeu o dedo? Hum hum! Eu também não. Porem não é de comer meleca que vim te falar. Mas fica por sua conta as contas depois.

Entretanto, antes preciso que saiba, quer acredite na força desse ato ou não, que antes de começar a escrever o texto que lê, entrei em oração ao Senhor, para que conduzisse minha mente e minhas mãos: e eis que Ele me conduz à uma informação de que, creia, jamais tive conhecimento. Que é sobre que a meleca, a do nariz, preste atenção, faz bem à saúde quando é ingerida. A saber, ela fortalece o sistema imunológico (pesquise), e quem diz isto não sou eu, mas a própria medicina:

(...)A medicina moderna tenta fazer o mesmo, mas de uma forma mais complicada. As pessoas que metem o dedo no nariz e depois comem os mucos, conseguem reforçar seu sistema imunológico de uma forma natural e gratuita. As crianças costumam praticá-lo de forma instintiva mas, a pressão social faz que, quando sejam maiores, deixem de fazê-lo. Eu só peço para que vejam de outra forma, que animem as crianças a meter o dedo no nariz, já que é algo muito natural e, desde o ponto de vista médico, é uma idéia maravilhosa. É o que diz o doutor, médico austríaco, Friedrich Bischinger, conforme a matéria, um conhecido e famoso pneumologista.

Aí, incrédulo de marca-maior como você sempre foi, ou se fez depois, que prefere sempre só acreditar nas suas “convicções”, a ponto de nenhuma importância dar até mesmo ao que dizem os que um dia pensaram como você, mesmo que estes alicerçados em provas cabais, tanto no caso da ciência, que abre esse texto aqui, quanto no da medicina imediatamente acima, você pode está pensando, aqui falando do segundo caso: mas que coisa nojenta, sem o menor sentido...!, e quer saber, concordo com você. É, concordo plenamente com você. Pois mesmo tendo sido trazido a escrever sobre isso nesses dois parágrafos pelo Deus que um monte ainda duvida que seja d’Ele a autoria da Criação, inclusive da meleca e que comê-la faz bem para a saúde, não é dessa meleca que você veio aqui para saber; mas da MINHA MELECA. É, lembra que te falei que eu também já meti o dedo no nariz, e lá no fundão? Pois é. Só não comi. Ainda. E talvez jamais precise comer.

Mas, calma. Que eu, mesmo tendo baixando o nível na escala dos exemplos para dizer o que vim para lhe dizer, não vou entrar no mérito de que a meleca, que, concordo, é nojenta mesmo, faz bem para a saúde e que, como todo o resto, toda criação de Deus é PERFEITA, como foi perfeito Ele me conduzir ao site onde a medicina diz isso, antes de eu começar a escrever o texto. Não. Se bem que não dá pra negar que, sobre isso, por mais que esperneie, você está pasmo/a. Até por que, ao terminar de lê-lo, inevitavelmente, você, além de mais boquiaberto ainda, vai parar para fazer as contas e refletir sobre o quão é mesmo perfeito a criação do Criador.

Senão, agora sim, como se explica a formiga, inseto modelo do trabalho, gostar tanto de meleca – coisa que eu também não sabia - e ter aquele comportamento? Teria sido preguiça? Pois é, eu explico. Pois que ao ocorrer o fato não pude deixar de ADORAR Àquele que criou a ciência, a medicina, a você, a mim, a meleca e a formiga.

Como deve saber, e se ainda não sabe lhe dou conhecimento, sou tetraplégico. E como tal não consigo me virar sozinho dum lado para o outro quando estou na cama. Eu, que estava na casa da minha sogra, num sítio – berço das formigas, dormia de costas para minha esposa, e como já a havia acordado para que me pusesse naquela posição, não quis incomodá-la de novo, agora advinha pra que? Isto mesmo: tirar uma meleca que me incomodava no nariz, tirando o meu sono.

O que fiz, sem pestanejar, mas com certo esforço já que não tenho as pinças, movimentos, nos dedos? - Jogue na loto que você está acertando todas. Isto mesmo: meti o dedão lá no fundão e arranquei com a unha a ordinária. Agora o drama: como me livrar da pataca? Pois é: acertou mais uma: o lençol. Passei o dedo na beira de cima do lençol e dormi feito um anjo.

Ao acordar e abrir os olhos o susto: as formigas, um monte delas, brigavam a um palmo da minha cara, por um espaço para sua lasquinha no banquete. Quando acordei minha esposa para que tirasse as farristas de cima da cama. Ora essa.

Mas, já na mesa do café, a reflexão: se tais insetos gostam tanto de meleca, e, com o olfato mais potente que dum cachorro, tendo sentindo o cheiro da comida estando elas a metros e metros de distancia, se viream se banquetear, o que as impediam – ou impedem, caso queira fazer o teste, de buscá-la NA FONTE, no caso, o nariz, já que, além do aroma que minha respiração soprava na direção delas, comigo ali imóvel, estavam todas a um palmo da panela?

Talvez por que, como é de conhecimento até de quem prefere Psy a buscar saber sobre o que de fato agregue, disciplinados que são esses insetos, eles não avançam por que não tiveram, no momento em que foram criados, tal autorização... 

Jesus te ama. E te chama!

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Antonio Franco Nogueira - servo do Senhor!

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