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Antonio Franco Nogueira

Viver é bom – porem não pela metade; pois que viver eternamente é muito melhor
Viver é bom – porem não pela metade; pois que viver eternamente é muito melhor

Estive no médico. E ao entrar naquele ambiente, entre tanta gente, não imaginei que fosse ter uma nova experiência tão cedo com Deus, estando eu acordado. Mas tive.

O lugar é um centro de exames e diagnósticos. Lá vi de novo a velho – pessoas com aspecto desde menos de 30 a mais de 70 e muitos anos; mas todos lá, buscando socorro, ainda que, apesar duma senhora, duns 40 anos, com um lenço amarrado na cabeça, indicando estar tratando algum câncer, nenhuma tivesse aparência dalgum moribundo. Aliás, inclusive eu. Pois se você é acostumado a ler meus textos, deve entender a razão, posto o exposto em “Agora corre pro laboratório”, que versa sobre uma mal explicada, do ponto de vista médico, situação em que me vi protagonizando, que me levou a ser socorrido em três unidades médicas naquele dia. Mesmo eu, cheio de saúde como sempre estive. Ou, até que saiam todos os resultados, como sempre acreditei que sempre estive. E antes que questione o porquê, já que tenho a Deus, de eu considerar a possibilidade de o resultado de algum não sair tão satisfatório, peço que leia Eclesiastes 9,2.

À minha frente toda aquela gente, tão centrada na tela de chamada para os guichês de triagem e certamente que com a mente voltada cada um para seu problema, jamais imaginava que Deus estivesse ali no mesmo lugar que eles. Mas estava. Porque veio ao meu coração exatamente o seguinte: toda essa gente na busca por viver mais um pouco. Mas não ouvem Àquele que pode lhes dar vida eterna!. E olhando para quantos pude visualizar, disse a um dos meus filhos, o mais novo, que estava a meu lado: vê essas pessoas? O Senhor faz questão de cada alma aqui. E, chamado para minha vez, a quantos pude, dos funcionários, falei sobre o Senhor Jesus, pedindo que meditassem 'no livro de Sofonias, lendo-o todo, que é uma folha só, e fica no finalzinho do Velho Testamento, e depois lendo Apocalipse 21,8'. Foi o que eu disse, com estes exatos termos. E só a alguns – não sei a razão, dei que lessem Isaias, 41; 10,11,12 e 13.

Sim, mas e daí?, você deve está se perguntando; - onde entrou Deus 'na tal experiência'?, talvez feche com essa pergunta o seu questionamento. Pois é exatamente em 'dar ouvidos' ao que o Senhor fala a nossos corações que está 'o grande barato', o xis da questão. Pois sempre que pensamos em algo positivo, como o insite, ou insight, que tive diante daquele quadro, é originário d'Ele. Como vem d'Ele a ordem para que, O conhecendo, falemos à Seu respeito às pessoas que ainda precisam saber sobre o que Ele quer conosco, sob pena dum preço a pagarmos no caso de desobediência, como o exposto em Ezequiel 3;18,19.

Sofonias viveu, eu sei, há bem mais de dois mil anos - quando o ler saberá de mais. Mas visto que Jerusalém, com toda sua rebeldia, ainda se encontra de pé, sua profecia não se limita àquela época, mas se estende à nossos dias. Aos dias em que as transgressões e agressões à Vontade de Deus, e as afrontas a Ele, como se sabe, são bem maiores do que foi naquele tempo. E se eu fosse você, leria cada sugestão dada acima, e na exata ordem em que se encontra, cabendo, porém, a cada um, conforme cada um, segundo a vontade do Senhor em cada direção, o sugerido em Isaias.


Viver é bom – porem não pela metade; pois que viver eternamente é muito melhor.

Há nesse mundo todo pronto-socorro, laboratórios e unidades médicas sem-fim, abarrotadas de gente a busca de viver mais um pouco, eu disse mais um pouco, pela metade, sem sequer ter garantias de que isto lhes seja possível. Mas, mesmo que sem saída, esse monte de gente despreza a garantia que tem no Senhor, da continuidade de sua vida, da sua alma, ainda que tudo lhe pareça terminado, como Ele próprio diz em João 11:25:

-  Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá.

E, saindo um pouco da seara mas estando dentro do mesmo propósito, em outro texto meu, intitulado “Creia”, num dos seus trechos falo sobre um sonho que tive, e que, conforme o discernimento que creio ter-me sido dado pelo Senhor e entendido por mim, sobre o que este representava, este aponta o dever de eu ir também aos ricos que tem podridão sobre seus telhados, pois haverão de comer do alimento que vos lhes forem servido e haverá os que hão de achar saboroso (observe que não há vírgula na palavra Ricos, logo, a referencia à ‘podridão’ não alcança a todos os mais abastados – e para entender melhor, sugiro que pesquise e leia o texto), mas como ainda não me vi diante de uma oportunidade de fazer isso melhor que através deste portal, e, salvando a devida proporção, tal e qual fez o Senhor DEUS, com um Faraó que perseguia seu povo, a quem o fez criar, dentro do seu próprio palácio, um que viria a ser um profeta e servo d’Ele, mais conhecido como Moisés, Ele me pôs aqui, como simples instrumento Seu, dentro da sua casa, trazendo-lhe a Sua Palavra - ainda que seja você um dos que Lhe tem tampado os ouvidos, para que essa semente que aqui é plantada acabe por germinar no seu coração, na sua consciência, e regada por você mesmo, com a busca diária, que deve passar a fazer parte da tua vida, da Palavra d’Aquele que te fez, e a Quem, mesmo que se pense que não, toda língua ainda confessará.

...Mas eis que naquele ambulatório, dum bairro tido como nobre da cidade onde se encontra - onde só fui, quem sabe, por ter sido o único onde enfim minha esposa conseguiu marcar meus exames, num dado momento, quando olho para minha frente, vejo entrar um homem negro, de estatura alta, bem apessoado, caminhando em minha direção mas que passou por mim, que me encontrava em minha cadeira-de-rodas, sem nada dizer, mas cujo olhar a mim dispensado não me passou ao largo: depois de ele me olhar de forma vaga, voltou a me olhar com um olhar bem mais significativo.  Só que seu olhar não me inspirou nada de positivo. Talvez algo como desprezo, ou, no mínimo, indiferença. O que me causou certo incomodo. Mas que logo esqueci, voltando minha atenção novamente para todos, absolutamente todos, sem distinção ou diferenças, recordando do que O Deus todo poderoso quer: a todos nós, assim o queiramos: gordos e magos; novos e velhos; brancos e pretos; cegos e aleijados, sãos e doentes; os que ri e os que choram, pois naquele dia a que Ele tanto anuncia, como em Sofonias 1; de 1 a 18, uma vez todos, os que tiverem se dobrado a Ele, lá, nenhum problema ou defeito se manterá sobre os nossos ombros, tampouco sobre nossas cabeças.

Pois que, conforme o Senhor DEUS dos Exércitos, pelo profeta Sofonias, a quem Deus confiou sua Mensagem, aos remanescentes nada mais caberá, pois Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor, mas pelo fogo do seu zelo toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada. Sofonias 1;18.

Agora, olhando por tua janela e avaliando o tanto de poder que o Criador expressa à sua direita e à sua esquerda; atrás de ti e na tua frente, assim como embaixo dos seus pés e em cima de tua cabeça, apanha lá a Bíblia e lê conforme a seqüência que o Senhor, cabendo a cada um o seu tanto, te mandou dar.

Jesus, a Quem cabe toda honra e toda glória, te ama, e te chama!

Antonio Franco Nogueira - servo do Senhor!

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