Galeria de fotos

Não perca!!

Antonio Franco Nogueira

Mistérios do Universo
Mistérios do Universo

Não faz muitos dias que me converti ao evangelho do Senhor Jesus. Posso contá-los nos dedos, inclusive. Mas, mesmo que a proposta de escrever este texto esteja orientada a expressar as experiências que tenho tido com o Deus altíssimo, diferente de fazer com os dias que tenho na Sua presença, não será possível numerá-las de tantas que tem sido. Coisa que me tem feito chorar, dado a magnitude da sua bondade em expressar-se para um pecador, um impuro, estando eu acordado ou dormindo.

As manifestações de quando acordado foram e tem sido mais complexas de lhe explicar de forma a que entenda sem provocar tristeza no Senhor. Ele que ama de forma especial a quem não precisa ver para crer que com o Altíssimo é que está o Poder, e que Ele, e tão somente Ele, é o criador dos céus, da terra, do mar e do ar, assim como de tudo o que neles há. Mas as de quando dormindo, na verdade, é que me foi dado escrever para que saiba que Ele fala com e age na vida daqueles que obedecem a seu chamado sem espernear, mas que com prazer e alegria O aceita, que é bem o caso desse humilde servo Seu, que vos lhe escreve, que assim O aceitou.

Todavia, falar que tenho sonhado um monte esses últimos dias, aliás, um dia atrás do outro, sem lhe dizer que havia tempos e muito tempo sem sonhar com absolutamente nada, não seria tão provocador da sua inquietação quanto lhe dando conhecimento do que logo abaixo acabará por saber. Pois bem, sonhei sonhos que jamais terei dúvidas de que advieram como mensagens dos céus, diretamente para mim, acredite.

Eu não sei se você entenderia diferente, mas, recém convertido, pedir sonhos e sonhar que estava andando numa zona rural, numa estrada de terra, onde se via à direita desta, a bifurcando, uma entrada curta que não dava em lugar algum, além de que ao seu final se encontrava, no paredão que a limitava, uns arranhões como se feitos por garras de animais ferozes de grande porte, e ao retornar a quem lhe hospedava, e perguntar se este saberia dizer do que se tratava tal viela, e ao ouvi-lo dizer que não, mas que “essa estada aí pra cima está cheia disso”, eu não teria dúvida alguma de que foi um aviso de Deus. Mas eu tive. É, eu tive.

Alias, quando ouvi minha esposa, depois de me ouvir contar o sonho, dizer, diante de minha ‘cara de paisagem’ sobre o que este representava, que “então não é de Deus”, tendo eu pedido a Ele para sonhar, até esmoreci sobre a origem do sonho. Mas eis que, no ato, exatamente no ato, Deus brada ao meu coração – e de forma completa, como, aliás, Ele sempre faz: “É meu: foi Eu dizendo a você, que o caminho estará cheio de armadilha”. Quando então eu não me coube em mim, tamanha a minha alegria.

E acaso seja você dos que ainda esteja resistindo sobre que o Criador das coisas fala aos seus, o que me diria acerca de, de novo, tendo pedido para sonhar, você, relembrando, recém convertido ao evangelho, sonhasse que estava dormindo, ao meio-dia, olhe bem, ao meio-dia, em cima da mesa da casa, onde as pessoas comiam, e aonde você recém tivesse sido contratado para trabalhar, fosse acordado com o barulho do carro da filha dos patrões, saindo de dentro da casa, na verdade, da sala da casa, do lugar onde você era empregado havia dois dias, tendo ela, depois de sair do carro e retornado à casa, lhe feito uma pergunta usando duas palavras bem pronunciadas mas que lhe soava como a um idioma estranho, ao que você, envergonhado com a situação, ainda meio sonolento, respondia, alheio, que não entendia por que ‘estava ali havia apenas dois dias’, e que, depois de pegar, ao seu lado, um pano de prato todo rasgado, cheio de buracos, na verdade, podre, se desfiando todo, você observasse que a tal mesa estava posta e que nela estava almoçando, atendido por outros empregados, outro filho da casa, que, alias, ao comer um pedaço do peixe servido - era peixe a comida, este dá um tremendo soco na mesa de tão saboroso que o peixe estava, e você se visse com aquele pano de prato em trapos nas mãos, ao lado dum cunhado seu, pessoa bem simples, e que ainda descrente no Senhor, também empregado da casa, como que seu ajudante, se perguntando como aquilo havia ido parar ali, achando que talvez tivesse ido com você, dado a ‘impossibilidade’ duma família tão chique usar um trapo daqueles em sua cozinha?

Talvez você, confuso, eu disse talvez, não tenha o que dizer. Mas, de novo, depois de acordar, diante da minha ‘cara de paisagem’, Deus veio, em dois momentos, creio eu, e disse: - “Sou eu te mandando acordar. Pois eis que, enquanto teus irmãos, tú já dormiu de mais. Agora vai e fala não só aos teus mas também aos ricos que tem podridão sobre seus telhados, pois haverão de comer do alimento que vos lhes forem servido e haverá os que hão de achar saboroso”. Então, mais uma vez, me vi muito feliz de o Senhor me visitar nas noites, e também por falar ao meu coração, de dia.

Agora aqui, na conclusão deste texto, lhe trago o que, incontestavelmente, aponta na direção do que o Senhor Jesus pode e quer fazer com aqueles que n’Ele crêem. E eu, com a Graça d’Ele, espero um dia mesmo alcançar:

Mais uma vez, eis que sonhei que estava a caminho do distrito de Monte-gordo, numa estrada horrível, de chão batido, com muita poeira no centro dela, mas com uma vala cheia de lama negra na sua margem direita, quiando uma moto pequena, acho que uma 125 cilindrada, tendo na garupa minha esposa e minha cunhada, nessa exata ordem, as duas evangélicas, e, de repente, num momento de distração, acho, não sei se por estar cometendo uma infração, ou se por um alerta, o que creio mais, sobre o futuro, caio na vala, mas sem que a moto parasse, tendo seguido sempre em frente, comigo, despertado do perigo mas tranquilo, lutando para equilibrá-la, quando consegui subir de volta a estrada, com os três em seus exatos lugares, mas que com minha cunhada sendo alcançada pela poeira, que vinha de trás pra frente. Momento em que, ao estender e apontar minha mão esquerda espalmada para trás, vejo a poeira parar de avançar sobre ela, se mantendo bem próximo, mas sem alcansá-la, com ela tendo sujado uma de suas mãos, apenas por tê-la estendido para longe do seu corpo, acho que brincando com o vento.

Porém, no entanto, nada, ainda, me foi dito sobre esse sonho.

Contudo, resevando aquele/a que crê e O obedesce, ou o/a que crê mas que ainda não O aceitou em sua vida, pelo/a qual oro para que, assim como eu o fui, tambem seja resgatado/a, claro que você, no caso de se tratar dum/a a preferir a incredulidade a crer, o que muito desagrada ao criador dos céus, conforme em João 20:24-29, pode está conjecturando acerca de os sonhos não se tratarem de mais nada a alem de sonhos comuns como qualquer outro. Onde eu te pergunto: então, no caso do primeiro, porque não um sonho duma aventura na mata, correndo de bichos ou acampado e comendo uma caça assada ou outro sonho qualquer que não aquele? Ou, no do segundo, porque não eu sentado à mesa sendo servido de toda aquela comida, ou à beira duma piscina, rodeado de mulheres e de gente a me bajular, como um monte por aí ainda tanto desja?

E no caso do terceiro sonho, estes que representam apenas alguns dos tantos que venho tendo e que ainda entregarei aqui: porque minha mão estendida para trás, parando aquela poeira, de cima daquela moto que mal nos cabia, e não um passeio numa moto possante, com duas outras mulheres numa farra (tá repreendido) e não minha esposa e cunhada, duas servas do Senhor, numa expressão viva de que o poder de Deus pode mesmo se manifestar por via daqueles que o buscam, o temem e o adoram...?

Eu sei que você, mesmo que se trate, mas tomara que não, de um daqueles que insistem em ofender o Criador da existência, tanto com a boca no seu dia-a-dia quanto com a escrita por essa internet afora mesmo que se trate Ele de Quem, se quiser, pode expremer com as mãos o universo onde você se encontra, está tri curioso para rolar o texto e reler os trechos dos sonhos, só para entender melhor como Deus faz com aqueles a quem Ele ama e que firma com Ele uma aliança. E esteja à vontade para fazê-lo: releia não uma ou duas, mas quantas vezes seu coração, desejoso de entendimento, te mandar. Pois, te asseguro, ali estão impresso a expressão viva da ação do Senhor, na vida e através da vida de quem, Ele, que é meu e seu criador, ainda muito falará.

Está entregue.

Jesus te ama, e te chama!

Antonio Franco Nogueira

AQUI mais textos do autor.

Clique aqui e siga-nos no Facebook.

Antonio Franco Nogueira
Antonio Franco Nogueira

 

Camaçari Fatos e Fotos LTDA
Contato: (71) 3621-4310 | redacao@camacarifatosefotos.com.br, comercial@camacarifatosefotos.com.br
www.camacarifatosefotos.com.br